Início Liga Sporting defende Amorim com ataque feroz a Conceição

Sporting defende Amorim com ataque feroz a Conceição

910
0

O castigo de Rúben Amorim continua a dar que falar. No Sporting, ninguém aceita os quinze dias de castigo que o treinador recebeu e até já houve recurso da parte do clube. No entanto, o porta-voz leonino, Miguel Braga, falou publicamente sobre o caso e aproveitou para tecer uma comparação com Sérgio Conceição.

Com a derrota do Benfica na última jornada, a decisão do campeonato poderia estar cada vez mais entre FC Porto e Sporting. Os leões continuam com uma vantagem muito confortável de seis pontos, mas a ameaça é real.

Também por isso, continuam os jogos de bastidores. Na manhã desta segunda-feira, Pinto da Costa disse que, depois do que aconteceu em Faro [indireta sobre a arbitragem], que vê o campeonato mais difícil para os dragões. Pela noite, foi a vez de Miguel Braga, na Sporting TV, deixar um ataque ao rival do Norte.

O porta-voz do Sporting não entende o castigo de Rúben Amorim, após a quarta expulsão, e compara com Sérgio Conceição, mais vezeiro nestas andanças, falando mesmo em perseguição.

“O treinador do FC Porto, Sérgio Conceição, nessa qualidade, foi expulso oito vezes, com direito, digamos assim, a 23 dias de suspensão. As quatro expulsões do Rúben no Sporting dera direito a 36 dias de suspensão. Perguntam se é uma perseguição… Pensem pela sua própria cabeça, mas o critério não é igual para os dois, porque um foi expulso o dobro das vezes que o outro”, atirou Miguel Braga.

Sobre o castigo, o Sporting continua a acreditar na palavra de Rúben Amorim, que refuta as declarações citadas no relatório do árbitro. O treinador assume ter dito os palavrões, mas não o “Conseguiste o que querias”, que o árbitro escreveu e que terá estado na base de um castigo, que o tira do banco por três partidas.

“O Rúben já falou sobre o assunto. Está em causa um diz que disse. O Rúben é conhecido pela forma franca com que aborda os jornalistas, as conferências, os jogadores… Ele admite parte das palavras, apenas admite que não disse a sua totalidade”, concluiu Miguel Braga sobre o assunto.